Stonehenge
Ou quando amigos invisíveis chegam na hora H para te safar das dificuldades. Isso aconteceu comigo em Stonehenge
Stonehenge
52755
post-template-default,single,single-post,postid-52755,single-format-standard,eltd-core-1.0.3,ajax_updown,page_not_loaded,,borderland-ver-1.13, vertical_menu_with_scroll,smooth_scroll,paspartu_enabled,wpb-js-composer js-comp-ver-4.11.2.1,vc_responsive

Prof. Stevenson e eu

Stonehenge

Prof. Stevenson e eu

Essa foto foi tirada há anos pela Silvia, em Stonehenge, onde estou ao lado do meu querido amigo Prof. Stevenson, e que me fez recordar essa aventura esquecida. Sério, você não está vendo o professor? Olhe bem. Ainda não?

Stevenson, sempre alegre e solícito, é um grande companheiro que renasce quando invoco seu nome nas viagens, principalmente naquelas em que precisamos abrir portas ou resolver problemas inesperados. Assim foi quando nos metemos numa enrascada na fronteira da Estônia com a Letônia, ou quando ele conseguiu reservar um quarto em Bologna, em dia de grande Feira Internacional, ou ainda quando praticamente salvou nossa vida quando desavisados tiramos fotos de um túmulo que não sabíamos que era proibido em Madagáscar.

Arqueólogo, músico, filósofo, designer, e o escambau, ou seja com a expertise que for necessária para o momento, ele surge para nos livrar de algum problema. Foi isso que aconteceu em Stonehenge quando lá chegamos. Durante três dias o sitio arqueológico mais famoso da Inglaterra estaria proibido para visitas. Um documentário americano o necessitava livre para filmagens.

Apresentei-me ao “zelador” de Stonehenge como catedrático do Instituto Superior de Girolasmagnéticos da PUC, de São Paulo, enviado pelo prof. Stevenson, da Real Academia de Ciências, para completar minha tese que igualava as espirais de energia eletromagnéticas de Stonehenge com as do sitio arqueológico de Hal Saflieni, na Ilha de Malta.

Impressionado, o zelador autorizou minha entrada acompanhado de uma historiadora local. E, mais uma vez Stevenson deu bola dentro. Ao nos despedir ainda ouvimos: “Mande nossas saudações ao prof. Stevenson”.

Você também pode se interessar por outras experiência e memoórias:

Quando nós fomos a atração turística do lugar


Comentários

Heitor e Silvia Reali
"Viajamos para namorar a Terra. E já são 40 anos de arrastar as asas por sua natureza, pelos lugares que fizeram história, ou pela cultura de sua gente. Desses encontros nasceu a Viramundo e Mundovirado."